Eu exijo julgamento por combate!

 

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Será que Steven Adams finalmente terá sua chance de vingança contra Draymond Green? (Agradecimentos ao grande Carlos Leite pela montagem!)

Quarta feira, dia 11 de Abril, a mais nova franquia da NHL, o Las Vegas Golden Knights, fez seu primeiro jogo de pós-temporada na sua jovem história. E foi… bem… interessante.

 

Eu pessoalmente não sabia que no hockey os times podiam resolver séries de playoffs através de julgamentos por combate, mas achei muito legal.

E parece que funciona. Eu achei essa uma regra excelente, uma forma muito mais direta de resolver essas séries longas de pós-temporada. Então como um fã de Game of Thrones – ou pelo menos dos livros – sou totalmente a favor do Adam Silver adaptar esse formato para os playoffs da NBA.

Isso, por sua vez, me fez pensar: como seriam os playoffs da NBA se Silver pegasse essa página do livro da NHL e implementasse essa nova regra já por esse ano? Bom, isso é o que eu estou aqui para descobrir hoje.

A regra é simples: os times nos playoffs serão os mesmos, e as seedings ficarão iguais. Cada time agora vai eleger um campeão para representar a franquia durante todos os combates até o final da pós-temporada. Então os campeões vão se enfrentar em um torneio único, mata-mata, para decidir quem vai ser o campeão da temporada (e, claro, as lutas não são até a morte, podem ficar sossegados).

Um ponto importante aqui: à primeira vista, a tentação pode ser pegar os jogadores mais fortes e atléticos e apostar no seu potencial físico para vencer as batalhas, mas isso é um erro de principiante. Isso importa, claro – você não quer um cara baixo, lento e fraco decidindo um julgamento por batalha ao seu favor. Mas tão crítico quanto – ou mais importante ainda – é a mentalidade de quem vai ser seu campeão. Você quer alguém com instinto matador, alguém ao mesmo tempo frio e decidido, que não vai ter medo nem travar na hora errada. Você não pode ter um cara legal ou tranquilo demais te representando em um julgamento por combate – um instante de hesitação na hora de finalizar a luta, e você põe tudo a perder. O fator mental é o mais importante de tudo nessas horas.

Então esses serão os representantes dos 16 times na pós-temporada da NBA (lembrando que as seeds atuais serão mantidas).

#1 Houston Rockets – Luc Mbah a Moute

Se você está em um torneio decidido em julgamento por combate que pode ou não ter sido inspirado por uma fantasia medieval, você definitivamente quer um príncipe do seu lado.

Mbah a Moute é príncipe de um vilarejo em Camarões chamado Bia Messe, e embora eu não faça ideia se a família “real” de um vilarejo camaronês recebe o tipo de treinamento em combate que um príncipe medieval recebia, não custa arriscar, certo? Mbah a Moute também preenche todos os requisitos que você pode pedir em um campeão: ele é grande mas não excessivamente (6-8), com wingspan de 7-2, forte feito um touro, e um dos defensores mais físicos, agressivos e temidos da NBA. Ele tem aquela mentalidade dos grandes defensores da NBA que é perfeita para esse torneio, agressiva, sólida, sem se exaltar.

O Rockets está bem servido indo para o torneio.

#2 Golden State Warriors – Draymond Green

Quer dizer, como NÃO seria Draymond Green, um dos maiores maníacos da NBA? Green tem a força, resistência e agressividade para bater de frente com qualquer um na NBA, e é o tipo de cara que vai te intimidar com a atitude antes mesmo sequer da luta começar. Nenhuma pessoa sensata ficaria na frente de Green quando ele tem cheiro de sangue. E, apesar de alguns descontroles emocionais (que podem lhe custar caro nesse torneio), Green é um cara extremamente cerebral, que sabe manipular e aproveitar as pequenas vantagens que o adversário da. Um adversário a ser temido.

E se nada disso for suficiente, ele ainda tem uma arma secreta que nenhum jogador em sã consciência iria querer enfrentar e pode decidir um combate se pegar o adversário desprevinido.

 

#3 Portland Trail Blazers – Jusuf Nurkic

Certo, porque você NÃO vai querer representando seu time um pivô bósnio de 2m13 e 127 quilos, cujo jogo eu já comparei mais de uma vez a um urso cinzento enfurecido, e que passou a vida criado por um policial bósnio de 2m12, 180 quilos e que é famoso em seu país natal por supostamente ter vencido 14 caras em uma briga durante seu ofício. Beleza.

 #4 Oklahoma City Thunder – Steven Adams

Essa foi fácil. Você pode ter caras maiores e mais rápidos que Adams. Você pode ter até, embora sejam poucos, caras mais fortes que Adams. Mas você não vai encontrar ninguém mais durão que Steven Adams, o cara que levou não um, mas DOIS chutes nos kiwis de Draymond Green e saiu andando. O cara não sente dor, e o cara nunca se altera – ele é a coisa mais próxima do T-800 que temos na NBA, alguém que vai se focar no seu trabalho até terminar sem se distrair e se alterar. Ele é #1 na lista de pessoas que você quer do seu lado em uma briga na NBA.

Russell Westbrook originalmente queria ficar com essa vaga também, mas desistiu quando descobriu que não tem estatísticas suficientes em julgamentos por combate.

#5 Utah Jazz – Royce O’Neale

Não foi uma escolha fácil, porque não tem um cara claro aqui para ser a solução para o Jazz. Gobert seria a primeira escolha, com seus braços gigantes que manteriam os adversários fora de alcance, mas Gobert me parece um alvo grande demais, sem tanta velocidade, o que poderia deixá-lo vulnerável demais. Derick Favors tem o físico ideal, mas não tem recebido tanta ação e não é bom com leitura de ritmo e fluxo, coisas essenciais para um julgamento por combate.

Eu acabei indo com O’Neale pelo fator toughness: foi alguém que já rodou muito, e teve que enfrentar todo tipo de adversidade na carreira, e cresceu cascudo e durão. Ele é o tipo de defensor físico, incansável que se daria bem em uma briga, e ele é muito bom seguindo ordens, tomando decisões e jogando certinho. Na falta de uma opção dominante, o Jazz vai com alguém capaz de manter um plano de luta e não perder para si mesmo.

#6 New Orleans Pelicans – Anthony Davis

Outro time sem uma boa resposta agora que DeMarcus Cousins – uma parede de tijolos que anda e da socos e tem a mentalidade mais volátil da liga – está fora da temporada, então o Pelicans vai com sua melhor opção em Davis mesmo, que tem o tamanho e explosão para penetrar em qualquer defesa e consegue até pular e dar uns ataques por cima, ponto fraco de tantas artes marciais. Mas falta a Davis aquela mentalidade assassina, aquela resiliência e vontade singular de demolir o adversário na sua frente – e como já dissemos, o psicológico é tão importante quanto o físico. Davis já tem carregado o Pelicans sozinho por tanto tempo, pelo menos agora ele tem chance de fazer isso de verdade.

#7 San Antonio Spurs – Manu Ginobili

Sem Kawhi, o Spurs não tem literalmente ninguém aqui, e para um time baseado em coletivismo, inteligência e todo mundo fazendo sua parte, um torneio individual desses é o inferno na terra. Gay não tem a mentalidade pra isso, Aldridge é imóvel demais, e tende a levantar demais os braços deixando um ponto cego grande demais. Pop vai tentar mais uma vez ligar para Kawhi, mas Leonard vai atender com uma voz afeminada dizendo “Ah, o Kawhi está ocupado agora e não pode atender, ligue depois” antes de desligar na cara do técnico.

Sem opção, Pop vai fazer o que sempre faz nessas horas: colocar Manu Ginobili. É, todo mundo sabe que ele não vai ganhar, mas ele vai lutar duro, dar o exemplo para a molecada, criar um exemplo para os próximos anos, e a gente sabe que Manu faria alguma coisa acontecer de forma criativa e imprevista no meio da luta.

#8 Minnesota Timberwolves – Taj Gibson

A decisão final aqui ficou entre Gibson e Butler, mas a mentalidade superior – e seu histórico em brigas – da a vantagem a Gibson, um defensor extremamente físico e tenaz que mais de um jogador da NBA já disse ser seu defensor menos favorito de enfrentar.

#1 Toronto Raptors – Serge Ibaka

Outro time sem uma clara, boa opção para esse torneio. Talvez seu melhor jogador no papel seja o hiperativo Lowry, mas sua falta de físico e tamanho fazem dele um problema contra jogadores maiores. Valanciunas é físico, enorme e forte pra burro, mas lento e não tem o QI para sobreviver a confrontos mais criativos e variados, que exijam mais adaptação.

Então fico com Sergeballu LaMu Sayonga Loom Walahas Jonas Hugo Ibaka para o papel. Não só pelo tamanho, força e envergadura, mas por ter sido alguém forjado em uma história de vida de muita luta e sobrevivência, um prisioneiro político no Congo que conseguiu fugir para a Espanha – um pais novo, uma vida nova, uma língua diferente – desde jovem e precisou de adaptação durante toda a sua vida. Ele é durão, adaptável e não vai aceitar ninguém na sua frente.

#2 Boston Celtics – Aaron Baynes

O australiano Baynes pode ser lento, mas ele é nível Steven Adams de durabilidade e vontade. Ele é enorme, feito de Adamantium, e não tem o menor medo de ir pra cima e descer o sarrafo em quem quer que seja. Ele é daqueles caras que vai fazer uma falta feia em um adversário, o adversário vai levantar procurando briga, e vai desistir quando ver Baynes na frente. Baynes ainda pode trazer consigo técnicas aborígenes de luta aprendidas na Australia – ninguém sabe ao certo. Um dos companheiros de times mais adorados da NBA e um verdadeiro monstro no garrafão.

#3 Philadelphia 76ers – Robert Covington

Essa não é uma decisão tão simples quanto parece.

Joel Embiid foi a primeira opção de Philly, já que ninguém consegue igualar sua combinação de força, tamanho e velocidade, mas o 76ers corria o risco de perder a luta com seu campeão machucando antes dela começar. Ben Simmons também tem um físico impressionante, mas é um cara tranquilo e pacato demais, não tem a mentalidade agressiva e tenaz para ser a melhor opção em um torneio como esse. E, além disso, seus golpes não tem nenhum alcance e só acertam de bem perto.

Ficamos então com a terceira opção, Robert Covington, um defensor lutador extremamente versátil que sempre faz as pequenas coisas, vai desgastando e encaixando golpes aqui e ali, e quando você vai ver o adversário está fraco e Covington está indo para cima. O ala tem o tamanho e a mentalidade certa: agressiva, determinada, mas ao mesmo tempo versátil para encarar qualquer desafio.

#4 Cleveland Cavaliers – Kendrick Perkins

Um dia antes do início da pós-temporada o Cavs anunciou que estava assinando um contrato com Kendrick Perkins para a pós-temporada. Você, ingenuo, achou que era por causa de basquete? Tsc. Foi muito claramente antecipando a implementação desse torneio.

LeBron, claro, foi a primeira opção do Cavs, mas James é alguém inteligente demais e preocupado demais com questões fora da quadra para se arriscar nesse torneio – ele sugeriu para o Cavs que estaria menos interessado em reassinar com Cleveland esse verão se tivesse que lutar, e por isso que Perkins foi contratado de última hora.

Perkins está velho, gordo e sempre foi lento e descoordenado, mas sempre foi o jogador que ninguém queria cruzar na NBA. Ele pode ser uma parede em termos de imobilidade, mas é uma de tijolos, e ele sempre foi um dos maiores enforcers da NBA, o cara que faz faltas duras só para dar o tom certo para o jogo e que sempre tem as costas dos companheiros. Ele vai apanhar, mas ele aguenta, e ele só precisa de um pra resolver a parada. Ele entra como azarão, mas definitivamente não é alguém que você quer ver pela frente irritado.

LeBron eventualmente se arrependeu quando viu a escolha do Pacers, querendo uma chance de descontar um pouco da raiva, mas ai já era tarde demais para mudar a escolha.

#5 Indiana Pacers – Lance Stephenson

O Pacers não tem ninguém realmente feito para esse papel, a combinação de mentalidade, físico e mobilidade. Seus pivôs não tem o instinto nem a mobilidade necessárias. Thad Young poderia funcionar, mas não tem o alcance nem a agilidade pra isso – jogar perto do garrafão com um arsenal não-convencional não funciona em um julgamento por combate. Oladipo, seu melhor atleta, não tem o tamanho, embora fosse uma opção de small ball.

Então o time faz a aposta em Lance Stephenson. Ele não seria de longe a melhor opção em outros times, tanto pelo tamanho como por ser meio (meio?) maluco, mas nesse caso é justamente nisso que o Pacers está apostando: que a personalidade maluca e imprevisível de Stephenson consiga surpreender algum favorito despreparado.

#6 Miami Heat – James Johnson

O grande favorito do torneio é o Miami Heat com seu campeão, James Johnson. Ele tem 2m06, 113 quilos de puro músculo, e uma wingspan de 7’1, e a agilidade e explosão para aproveitar tudo isso. Johnson também é um pouco maluco, tanto no bom como no mau sentido, alguém totalmente agressivo e que nunca foge de uma boa briga – adversários sempre trataram Johnson com um cuidado que chegava a ser engraçado, ninguém queria correr o risco de entrar na sua frente. Junte a isso o fato de que Johnson é um faixa preta de segundo grau em kickboxing e tem 20 vitórias e 0 derrotas na carreira como kickboxer – e 7 vitórias e 0 derrotas no MMA – e é fácil entender porque JJ é o grande favorito do torneio (e sim, isso é tudo verdade).

Johnson tem apenas um ponto fraco: ele gosta um pouco demais de trocar o certo pelo impressionante, e de tentar jogadas e passes mais difíceis e plásticos ao invés de fazer a coisa certa. Esse amor pelo espetáculo não pode voltar para assombrá-lo no torneio… certo?

#7 Milwaukee Bucks – Giannis Antetokounmpo

O Bucks está apostando na combinação de força, tamanho, envergadura e agilidade de Giannis, mas o grego é inexperiente demais na arte das brigas, uma boa alma que não só não tem a mentalidade e agressividade necessárias, como não é alguém que tenha uma fama ou passado de brigas na NBA. A aposta no potencial, como sempre, é bem válida, e Giannis pode ganhar alguns confrontos sozinho na base do talento e do físico, mas ainda falta mais rodagem e manha para o grego.

#8 Washington Wizards – Markieff Morris

Um dos maiores brigões da NBA, Morris fica com a vaga por pouco sobre Marcin Gortat, um merecedor da vaga mas que infelizmente está mais velho e lento com a idade, e portanto fica sem a vaga. Morris é um jogador que tem o físico e a atitude briguenta, e até foi indiciado (junto do irmão Marcus) por uma briga durante as férias.

Além disso, colocar Morris para lutar nesse torneio tem uma vantagem a mais: finalmente poderemos comprovar se é verdade ou não a velha crítica da torcida do Wizards, de que Markieff não conseguiria se dedicar a um torneio nem que sua vida dependesse disso. Aqui, ela pode depender.

Sweet Sixteen

Vamos passar rapidamente pela primeira rodada…

#1 Luc Mbah a Moute vence #8 Taj Gibson

#2 Draymond Green vence #7 Manu Ginobili

#3 Jusuf Nurkic vence #6 Anthony Davis

#4 Steven Adams vence #5 Royce O’Neale

#8 Markieff Morris vence #1 Serge Ibaka

#2 Aron Baynes vence #7 Giannis Antetokounmpo

#6 James Johnson vence #3 Robert Covington

#4 Kendrick Perkins vence #5 Lance Stephenson

Elite Eight

#4 Steven Adams vence #1 Luc Mbah a Moute

Mbah a Moute faz uma luta dura contra Adams, mas o neozelandês simplesmente é maior, mais forte e mais resistente do que o camaronês e vai vencendo mais um combate. Uma vez que Adams penetrou na zona de alcance do Fresh Prince, foi fim de jogo para ele.

#3 Jusuf Nurkic vence #2 Draymond Green

Green tentou o que podia – inclusive chute nos países baixos – mas não foi suficiente: nada do que ele fez foi capaz de mover Nurkic (literalmente: ele ficou parado durante 15 minutos só mandando trash talk em bósnio). Não que tenha sido fácil para Nurkic, mas eventualmente sua maior resistência e força física levou a melhor em uma muito desgastante batalha de atrito, ajudado pelo fato de que Draymond lutou com uma pequena lesão no pé depois de um chute mal colocado.

Uma pena também que não veremos Steven Adams tendo sua vingança contra Draymond Green nesse torneio.

#2 Aron Baynes vence #6 James Johnson

E cai o favorito! James Johnson, o faixa preta mais doidão da NBA, levou vantagem no confronto inteiro, aos poucos desgastando e eventualmente derrubando o forte e resistente Baynes com sua técnica e velocidade superior. Mas, com Baynes no chão, Johnson foi adiando finalizar a luta para dar espetáculo e mostrar seus movimentos mais plásticos. Um momento de descuido foi tudo que Baynes precisou para derrubar Johnson, e o australiano não desperdiçou sua chance, finalizando o combate no chão se aproveitando da sua maior força física. O showmanship de Johnson finalmente lhe custou um combate. Onde eu já vi isso antes?

#8 Markieff Morris vence #4 Kendrick Perkins

Perkins tem a força e a mentalidade, mas a maior mobilidade e alcance de Morris levou a melhor, com Perkins desgastado da luta anterior contra um hiperativo e imprevisível Lance Stephenson – mostrando aqui também sua falta de stamina.

Morris ficou rodando um Perkins imóvel e, apesar de ter ficado tonto no processo, cansou o adversário com sua maior mobilidade, e depois foi para a decisão do combate quando Perkins cansou.

Final Four

O Final Four então ficou entre Aaron Baynes, Markieff Morris, Jusuf Nurkic e Steven Adams. Nurkic e Adams apenas confirmaram o favoritismo. Morris, o grande azarão, se beneficiou de um caminho mais fácil até o Final Four. Baynes teve um combate pesadíssimo contra James Johnson mas conseguiu superar as probabilidades, mas chega baleado nessa reta final.

#4 Steven Adams vence Jusuf Nurkic

Duelo de dois pesos pesados, dois dos jogadores mais resistentes, fortes e físicos do torneio. Os dois passaram um longo combate trocando golpes e fazendo cara de bravo, com brande sucesso, mas nenhum conseguiu dar um rumo definitivo para o combate.

Com o tempo, no entanto, a personalidade dos dois foi se mostrando o diferencial: Adams continuou calmo e concentrado, sem se alterar, focado no resultado, enquanto a demora e a dificuldade começou a irritar o nervoso Nurkic, que começou a errar mais e deu as aberturas que Adams precisava para decidir o confronto e garantir sua vaga na grande final.

#2 Aron Baynes vence #8 Markieff Morris

Morris chegou aqui nas costas de um calendário mais fácil, um Serge Ibaka envelhecido e um Perkins imóvel. Baynes, apesar de desgastado da difícil vitória sobre Johnson, é um desafio diferente, muito mais forte e resistente, e sua resiliência e resistência logo começam a frustrar o cabeça quente Morris, que assim como nas quadras não consegue manter a concentração e a energia durante muito tempo. Quando essa energia caiu e seu interesse no combate também, Baynes se mostrou um adversário forte e determinado demais para superar.

Final

#4 Steven Adams vence #2 Aron Baynes

A final vinda direto da Oceania para a NBA foi dura, com ambos vindo de combates desgastantes, mas no final venceu o maior ágil e mais impassível: Steven Adams. Seus golpes são mais rápidos e mais pesados, sua resistência maior, e ele tem uma ferocidade que supera a do rival Australiano. O último homem de pé no julgamento por combate é Steven Adams, e o Thunder leva para casa o troféu de campeão da temporada 2018 da NBA – rebatizado para Kermit Washington Trophy.

2 comments

  1. Excelente previsão, porém discordo somente do confronto de 1ª rodada entre Lance Stephenson e Perkins. Perkins além de ser famoso por sua lentidão e estar frequentemente fora de forma, desta vez ele estara fora de ritmo ou seja ele está despreparado para as peripécias de Lance

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